30 de novembro de 2012

As Rosas



Quando à noite desfolho e trinco as rosas
É como se prendesse entre os meus dentes
Todo o luar das noites transparentes,
Todo o fulgor das tardes luminosas,
O vento bailador das Primaveras,
A doçura amarga dos poentes,
E a exaltação de todas as esperas.

Sophia de Mello Breyner 

1 comentário:

  1. Ju, as tuas rosas são lindas.
    E o poema que escolheste é da Sophia, nem é preciso dizer mais nada.
    Obrigado pela tua visita e pelo comentário tão agradável que me fizeste.
    Tem um bom fim de semana.
    Beijo.

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